sexta-feira, 10 de maio de 2013

Meu primeiro dia das Mães no Bebe.com

Escrito e Postado pro Renata Palombo

Esta semana a Bruna Stuppiello do site Bebê.com da editora Abril me convidou para escrever pra eles contando como foi o meu primeiro dia das mães como mãe e não somente como filha. 

Adorei o convite e aceitei participar. 

Hoje a matéria foi publicada no site e me deixou muito feliz ver a sensibilidade da matéria que abordou as várias formas de maternagem e os caminhos que cada MÃE constrói junto com seus filhos. Existem inúmeros caminhos para se tornar e ser MÃE e eu adorei ler cada uma das histórias publicadas lá. 

Abaixo segue o meu relato publicado, mas eu sugiro que você acesse o link da matéria : "O meu primeiro dia das Mães" e se emocione também com os relatos de outras Mães.

No próximo domingo não será o meu primeiro dia das mães como mãe, mas foi uma delicia relembrar... Obrigada Bruna!!!

DIA DA MÃE POR ADOÇÃO TARDIA

O meu primeiro Dia das Mães foi muito especial. Sair da condição de filha para se tornar mãe é um processo um tanto difícil, mas de muito crescimento. Uma coisa que me marcou muito foi poder participar da festa de Dia das Mães da escola onde  meu filho estudava. Parece estranho dizer isto porque bebês não participam ativamente de eventos sociais. Mas o meu "bebê" que "nasceu" na minha vida já com 6 anos de idade me deu o privilégio de vivenciar um momento especial como este logo no meu primeiro Dia das Mães. Sim! Sou mãe por adoção! Adoção tardia.

Confesso que na época, ao aproximar-se a data do Dia das Mães, fiquei bastante apreensiva. É um momento onde se explora muito imagens de mulheres grávidas e bebês e nas homenagens escolares não é diferente: usam-se muitas fotos e vídeos de barrigas e recém-nascidos. 

Como aquele seria o nosso primeiro Dia das Mães juntos eu não sabia muito como lidar com estes apelos e não sabia também como meu filho lidaria. Temi que a escola começasse a pedir fotos das mães grávidas e dos alunos bebês, temi que tudo isso pudesse constranger ou confundir meu filho, que ainda estava e fase de adaptação. Eu não sei ao certo como ele acomodou estas circunstâncias em sua cabecinha, mas sei que a professora dele na época foi de um sensibilidade ímpar para lidar com a situação e para tratar as diferenças em sala de forma tão sábia.

A homenagem que ela preparou com os alunos foi a construção de uma linda caixa de presente com uma foto atual de mãe e filho, e no dia da apresentação os alunos da classe do meu filho cantaram a música "Foi Deus" do Edson e Hudson. Ainda hoje, anos depois, me emociono ao lembrar o trecho da música que dizia "foi Deus que me entregou de presente você, eu que sonhava viver um grande amor assim. Valeu ter esperado o tempo passar para de uma vez meu amor entregar e não sentir solidão nunca mais".

Foi muito gratificante ver a escola tratar meu filho com igualdade levando em consideração suas diferenças. A letra da música retratava uma dupla homenagem porque meu filho tinha compreensão que ele era um presente para mim, assim como eu era para ele. Meu filho tinha compreensão que assim como valeu para mim esperar por ele, também tinha valido para ele esperar por mim.

A homenagem não precisou de barrigas e bebês para expressar de forma tão singela e doce o que toda mãe (biológica ou não) certamente pensa sobre seu filho: um presente de Deus. E o que todo filho (biológico ou não) pensa sobre sua mãe: Um presente de Deus.

Fonte: Arquivo Pessoal

quinta-feira, 2 de maio de 2013

"Cuspi pra cima caiu na testa..."

Escrito por Juliana Palombo
Postado por Renata Palombo
Em se tratando de Maternagem nunca podemos afirmar nada, pois tudo muda todos os dias e nossos filhos é quem acabam nos dizendo por onde devemos andar... O importante é estarmos abertas a fazer sempre o melhor mesmo que pra isso precisemos mudar de opinião. Juliana Palombo nos escreve hoje, exatamente sobre isso: como nossos filhos modificam nossos conceitos e nossos caminhos. Mudar de opinião faz parte!
" - Eu não acredito que você vai abandonar sua carreira, seu lado profissional para ficar em casa cuidando exclusivamente de filho e marido? Nossa, você é muito corajosa. Eu jamais faria isso...
Ops, que isso na minha testa? Sim, é isso mesmo.. Caiu e caiu em cheio.
Eu era a dona das falas acima para todas as minhas amigas que tiveram filhos e entraram no dilema: filhos x trabalho.
Ocorre que chegou minha vez e durante toda a gestação e até os quatro meses de vida do meu filho o meu pensamento era fixo de que jamais abandonaria tudo para ficar na vida exclusiva de mamãe do lar. Mas quem disse que depois que os filhos nascem, mandamos em nossas vidas sem zero de interferência?
Ocorre que apesar de muito exausta e louca para outra rotina, um ser bem pequenino e diante dos meus olhos parecia depender muito de mim para eu simplesmente sair fora. Ele ainda não tinha falado ma ma, ainda não sentava sozinho, ainda não rolava, ainda não comia nada que não fosse leite materno, ainda não engatinhava, e nem andava. Logo pensei, peraí! Passei por tudo isso, e agora que está ficando "mais fácil" (esse mais fácil é a tradução de estou mais acostumada) vou pedir ajuda?
Eu que quero vê-lo engatinhar, eu quero estar no primeiro ma ma, eu quero, eu quero e eu quero. Mas eu queria também outras coisas, e na vida, toda escolha gera uma perda e chegou o momento de perder algo.
E graças a Deus, ao apoio do marido, da família e das amigas que perdi um bom emprego, um bom salário, uma boa possibilidade de carreira, uma vida mais independente, um horário de almoço sem interrupções, um momento só meu pra fazer a unha e tantas coisas para ganhar (e que ganho!) a oportunidade de estar todos os dias ao lado daquele que é a extensão maior do amor entre a família que decidi construir.
Eu já estou um ano e quatro meses nesta rotina, feliz e realizada com cada progresso que posso acompanhar e de tudo que estou aproveitando ao lado dele. As vezes bate um desespero, mas PASSA! E passa rápido, pois a satisfação é bem maior.
Eu não sei o que teria sido se eu estivesse trabalhando e ele na escolinha, ou com babá ou com uma das avós. Certamente estaria ótimo também e os dilemas seriam outros. Mas depois que me tornei mãe, aprendi o exercício de literalmente pensar no hoje.
O amanhã? Deixa virar hoje e ai falamos sobre! Se não, é cuspir pra cima pra cair bem na testa..."

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Descobrindo a Maternagem no Evento Fashion Kids C&A

Escrito por Juliana Palombo
Postado por Renata Palombo


Agora foi a vez da Juliana Palombo representar nosso blog em um outro evento!!!! Segue as notícias e fotos que ela trouxe para nós direto do Fashion Kids C&A:
"Muitas pessoas já me falaram que não dá pra ter prazer e trabalho na mesma frase. Como não? Preciso apresentar pra essas pessoas o mundo dos blogueiros.
Olha onde eu estava em 02/04/2013 representando o Blog a convite da Mattel:
No Evento Fashion Kids C&A - Barbie, Hot Wheels e Monster High.

Esse evento é fruto de uma parceria da C&A e da Mattel. Precursora de licenciados em magazines no Brasil, a C&A detém a exclusividade das marcas mais importantes do mercado, como Barbie e Hot Wheels, além do destaque Monster High. Em 2013, a C&A focou em levar a esse público os últimos lançamentos do segmento. Para isso, a rede apresenta a coleção Outono-Inverno das marcas Barbie, Monster High e Hot Wheels para convidados que ocorreu no dia 02/04/2013 no Shopping Iguatemi, em São Paulo. Inclusive a coleção está graciosa, fica como dica levarem seus filhos para escolherem alguma peça da coleção.

                                Isabelle Drummond, Caio Castro e Giovanna Ewbank 
                                                                                                              Fonte: EGO (Foto: Iwi Onodera / EGO)

Estive lá a trabalho, para, divulgar o blog Descobrindo a Maternagem (e divulguei, até Ticiane Pinheiro levou pra casa um cartão nosso), ampliar network, tirar fotos, adquirir conhecimento, novas idéias, novos posts e voltar pra casa com mais trabalho. Tudo isso com direito a pulseira vip, comida e bebida de primeira, tietar um pouco e de quebra assistir um desfile gracioso da nova coleção C&A . Trabalho com prazer, certo? rsrsrsrsrs
Pelo menos pra mim, porque quem me conhece, sabe que amo ver artistas de perto, amo flashes, sair na TV, comer bem, estar entre os badalados, fico feliz, emocionada e louca para tirar uma foto com eles. E tiro mesmo. Olha aí:

Henri Castelli, Juliana Palombo e Roberto      
Fonte: Arquivo Pessoal 

 Juliana Palombo e Ticiane Pinheiro
                                                                                                                                          Fonte: Arquivo Pessoal
 
E não fui sozinha, levei marido e filho, meus bons companheiros para essa noite diferente. 
O filhote já está no ritmo, se colocou como o centro das atenções antes do desfile começar... Tal mãe, tal filho...

                                                                                                                                     Fonte: Arquivo Pessoal
 
Adorei participar deste evento pelo Blog Descobrindo a Maternagem! Que venham os próximos!
E como tudo para um blogueiro vira insight que se transforma em post, aguardem meu próximo post, afinal ver a Ticiane em ação como mãe da pequena Rafa Justus e Henri com seu filho naquelas poucas horas me proporcionou certo alívio.  Me intriga muito a maternagem na vida dos famosos. Este evento me inspirou a escrever uma continuação do texto Espelho Mágico ou Gênio da Lâmpada.
Aguardem!"
Juuu... valeu por ter feito a cobertura completa do evento com direito a fotos com os famosos e distribuição de cartões!!!! Adorei, viu???

terça-feira, 9 de abril de 2013

Suco de Carambola

Escrito e postado por Renata Palombo

Fonte: Arquivo Pessoal

Hoje o suco aqui em casa foi de carambola. 

Muito fácil de fazer! Só lavar bem a fruta, bater no liquidificador com um pouquinho de água (com casca e tudo) e coar...

Como as carambolas estava bem docinhas nem foi necessário adoçar!!! É bom aproveitar bem essa época do ano para as carambolas, pois é uma das frutas da estação o que a faz mais saudável e mais barata também.

E para fazer um agrado à família, cortei umas fatias da carambola, para enfeitar os copos. Impossível não querer beber um pouco deste suco lindo, não é???

 Fonte: Arquivo Pessoal


* Atenção: Carambolas não devem ser ingeridas por pessoas com insuficiência renal, pois a fruta possui uma toxina natural que não é filtrada pelo rim destas pessoas, ficando retida no organismo podendo causar graves prejuízos a saúde.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Tão diferentes e tão iguais...

Escrito por Juliana Palombo
Postado por Renata Palombo
  
Hoje, Juliana nos traz uma boa (divertida) reflexão sobre igualdades e diferenças entre mães. Confira e expresse suas opiniões.
" Com o título Tão diferentes e tão iguais, estou me referindo as mães. São tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais.
Hoje tive o prazer de sair com duas amigas que são mães de filhos de idades bem próximas ao do meu filho. Uma alguns meses mais velha e o outro um mês mais novo.
Voltei desse encontro altamente reflexiva. Primeiro porque percebi que do tempo juntas 95% do tempo o assunto foi filhos ou algo relacionado. Os outros 5% ficaram divididos nos momentos de silêncio enquanto comíamos e 1% de fofoquinha. Será que um dia conseguiremos distribuir melhor esse tempo e falar também da gente, de trabalho, dos maridos, da casa etc? Tomara!!
E segundo, o teor do meu texto, porque percebi durante o diálogo a necessidade que mãe tem de se justificar. Se fala uma coisa diferente das outras mães, ou não está muito segura, trata-se logo de se justificar. Eu, por exemplo, fiz isso hoje várias vezes.
Mas porque fazemos isso? Por acaso existe a mestre das mães que não erra nada e faz tudo perfeito? Óbvio que não. A gente acerta e erra em fração de segundos. Então podíamos parar com essa coisa de dizer: Eu dou isso, mas só porque.... Ou faço aquilo, mas também... Eu queria que fosse assim, no entanto...
Ahhhhh, vamos assumir de vez. Eu faço e ponto! Faço porque é cômodo, faço porque não vejo mal, faço porque é mais fácil, faço porque penso assim. Creio que chegar nesse patamar nos fariam mães mais felizes e mais bem resolvidas (com menos culpa).
Uma segue uma alimentação mais regrada, mas no quesito higiente é nota 3. O filho estava comendo pedra do chão enquanto ela comia seu açaí. A chupeta do coitado caiu no mínimo umas 5 vezes no chão e enquanto em coro mandavam lavar, lá estava a mãe tacando a chupeta na boca do filho. E daí que essa criança até hoje não comeu açúcar? Ela já comeu até pedra....
Em contrapartida, uma das mães no quesito higiene é nota 10. Pra se ter idéia, uma vez a empregada dela estava com gripe, ela foi a farmácia e fez a moça continuar o serviço de máscara hospitalar para não contaminar o filho dela (rrsrsrs). Por outro lado o filho dela está amarelinho porque ela se perdeu na função de alguns alimentos e lasca caroteno no coitado. Inclusive uso o exemplo dela para dar um alerta, caroteno não está apenas na cenoura e na beterraba, também se faz presente e em grande quantidade nos alimentos verde-escuro. Ela cortou tudo e caprichou no brocólis e espinafre. Errou! Mas qual o problema?
E a outra mãe também 10 no quesito higiene, se esforça para dar a pequena uma ótima alimentação, mas contou que esses dias sua filha de 1 ano e 4 meses comeu sorvete. Sim, sabemos que é precoce a introdução de açúcar na dieta, mas isso não a faz melhor ou pior mãe. Já foi!
A propósito nesse encontro aconteceu muitos outros exemplos que eu poderia citar. Uma beija na boca do bebê, outra não, a outra além de não beijar ainda quis acrescentar uma teoria do tal complexo de édipo. Uma ainda amamenta no peito (ponto super positivo), mas que não a faz melhor ou pior que as outras duas mães que na primeira recusa dos bebês ao peito (situação normal dos bebês) ao invés de insistirem optaram logo por darem mamadeira. E daí? Fizeram mesmo e ponto.
Uma é a favor de colocar na escola bem cedo prezando pelo desenvolvimento. A outra abriu mão do emprego para ficar exclusiva nos cuidados. A outra decidiu que a avó ficaria com os cuidados do dia para que pudesse trabalhar em paz. Resultado: Todos são super espertos, todos são saudáveis e claro que nas diferenças que existem nenhuma prejudicial que precise chamar o conselho tutelar ou a supernanny.
Uma por ser fisioterapeuta deixa a filha livre, leve e solta prezando pelo desenvolvimento motor, ainda que isso renda uns galos na cabeça. A outra psicóloga, da tal teoria do édipo, também deixa o filho se esborrachar porque não quer que ele cresça com medos e melindres, a outra formada em Administração/Marketing tem a sensibilidade a flor da pele e zelosa ao extremo (sim, é essa mesma que deu a máscara hospitalar pra empregada) quando o filho leva um tombo ela imediatamente se desculpa com ele e choram juntos.
Um manda beijo, o outro dá tchau, a outra arruma os cabelos... Nossa, é muita traquinagem. É muita "deliciura". Esses pequenos são lindos, saudáveis e super espertos são filhos dessas mães tão diferentes, mas que no resumo da ópera são tão iguais.
E por essas trocas e desabafos, que voltei pra casa reflexiva. Em busca dessa paz interna de que não devemos nos comparar ou se culpar e sim buscar dia após dia a exercer o nosso papel de mãe. Errando ou acertando? Não! Errando E acertando. Só assim seremos mães de verdade. Mães que se preocupam em fazer o melhor, no entanto, que tenham a consciência de que em termos de maternagem não existirá nunca A MELHOR.
Quer dizer, existe sim. Porque tenho certeza que dado o amor verdadeiro aos filhos um dia ouviremos deles (e torço por isso) que somos a melhor mãe do mundo. Se para os filhos tivermos esse papel, valeu toda neura. Você não acha?"

terça-feira, 2 de abril de 2013

Sou Doula

Escrito e Postado por Renata Palombo


 
Fonte: www.maternidadeativa.com.br

Quinta-feira passada foi o último dia do curso de Doulas que eu estava fazendo e como eu publiquei aqui minha impressão do primeiro dia, resolvi publicar também como foi (para mim) concluir o curso.

Apesar de ser um curso de pequena duração, foi (para mim) um curso muito intenso. O conteúdo foi intenso, a carga horaria foi intensa e o contato com as pessoas foi intenso. 

Eu não sei se foi o curso em si, ou o meu momento de vida, mas (para mim) foi transformador. Um divisor de águas... Acho que consigo olhar uma Renata antes do curso e outra depois... Uma maternagem antes do curso e outra depois.

Pude repensar meus conceitos de feminino, sexo, desejo, crença, tempo, existência, maternidade, maternagem, dedicação, decisão, companheirismo, casamento, direito de escolhas, sonhos, respeito, vivência, passado, presente, futuro...

No post anterior escrevi que nascer é um processo, mas na verdade viver é um processo... e quem somos nós para controlar este processo? Quem somos nós para altera-lo? Quem somos nós para reclamá-lo? A vida é muito mais do que podemos enxergar, há muitas coisas escritas nas entrelinhas e muitas vezes assistir a vida com paciência e sem grandes intervenções é a decisão mais sabia que podemos tomar... Estar atento para identificar a hora certa de grandes intervenções, respeitando o tempo e as diferenças. Sim! A natureza é sábia e o Deus que a criou é ainda mais... 

Que Deus me dê sabedoria para identificar a hora certa de intervir e serenidade para contemplar com alegria e que pode seguir seu curso natural.

Nestes dias descobri ainda que já vinha doulando há tempos anteriores ao curso. Desde que me tornei mãe por adoção e mais ainda depois que iniciei este blog, sou procurada frequentemente por mulheres e casais que estão interessados em adotar, que estão no período de adaptação com seus filhos ou que já adotaram, para buscar apoio emocional e esclarecer dúvidas...  As dores das "gestações" e "partos" da adoção acontecem somente na alma, o tempo de "gravidez" pode durar anos e o tempo do "parto" meses...  Recebo quase que diariamente comentários e e-mails nesse sentido e já tive o prazer de ver algumas famílias nascendo, de acompanhar alguns "partos" adotivos, já tive o privilégio de "segurar nas mãos" de algumas mães que ansiavam pela chegada de seus filhos e dizer "força, que eles já estão chegando". 

Taí... acabei o curso, recebei o certificado e estou pronta (pelo menos no que diz respeito a teoria) para doular gestantes, parturientes e puérperas... 


Estou me lançando no universo para ser DOULA. 
Quero doular mulheres que estão gestando na carne, quero doular mulheres que estão gestando na alma e quero doular mulheres que estão gestando na alma e na carne!


Que venham as oportunidades...

*Minha formação foi pelo Grupo de Apoio a Maternidade Ativa (GAMA) em São Paulo. Quem tiver interesse na formação, eu indico. Entre no site do GAMA e se informe sobre próximas turmas.

terça-feira, 26 de março de 2013

Descobrindo a Maternagem em um Curso de Doulas

Escrito e Postado por Renata Palombo



Ontem eu comecei a fazer um curso de Doulas! Um curso que eu já sonhava fazer há muito tempo, mas que por algum motivo desses da vida onde "tudo tem a hora certa pra acontecer", só consegui fazê-lo agora.
Decidi registrar aqui minhas impressões do primeiro dia de curso, pois foi um dia marcante pra mim!
Fui atrás do curso pensando em mais uma possibilidade de atuação profissional, mas encontrei lá muito mais do que isso. Encontrei coisas que sei que faltam em mim, mas que em nenhum momento foi a minha intenção ir lá atrás delas, como por exemplo intuição e serenidade. Intuição para acreditar mais no que sinto e serenidade para compreender que tudo na vida tem seu tempo (inclusive o trabalho de parto).
Consegui pensar na força do meu útero não como algo que me destrói como muitas vezes eu pensei, mas como uma força linda, vital e visceral. Força esta que não sou capaz de controlar, mas que de alguma forma me empodera.
Tive o prazer de conhecer muitas mulheres, de todos os tipos, crenças e credos que puderem imaginar! Histórias incríveis de perdas e ganhos que marcaram a vida de cada uma delas de maneira especial, mas que ontem marcaram também a minha vida por conhece-las.
Um curso de parto humanizado, sem dúvida é para falar sobre a vida. Mas muitas mulheres enquanto contavam porque escolheram fazer aquele curso falaram de perdas e mortes irreparáveis, o que me fez pensar que morte também é vida. Morte também é vida porque faz parte dela e só podemos sofrer a morte porque estamos vivos. Morremos todos os dias para muitas coisas e muitas coisas morrem para nós todos os dias.
Aprendi que nascer é um processo! Um processo que não tem fases e que não tem tempo! Acontece porque é instinto, acontece porque são vísceras, acontece porque é assim que tem que ser! Interferir neste processo pode interromper ou impedir... Aprender isto não serve só pro nascimento físico, mas serve também para o nascimento subjetivo que vivemos todos os dias em nossas vidas: o nascimento do filho, o nascimento da mãe, o nascimento do pai, o nascimento da profissional, o nascimento do dia, o nascimento do blog, o nascimento do conhecimento...
Fui para descobrir uma profissão, mas saí descobrindo ainda mais a maternagem. Afinal ser doula também é maternar a gestante, a família, o bebê...
Achei o curso transformador. Achei que todas as pessoas do mundo deveriam fazê-lo um dia!!! Independente da experiência que se teve só com o parto físico (cesárea ou normal) ou só com o parto emocional (como o meu por exemplo) ou com ambos... independente da experiência porque não se pensa só no parto para o nascimento de um filho, mas no parto do nosso próprio nascimento.
Nem todos tiveram ou terão a oportunidade de parir fisicamente, mas certamente todos tiveram a oportunidade de serem paridos!
Acho que é isso!!!

segunda-feira, 25 de março de 2013

Uma história de Adoção

Escrito por Sheronh Keily Pereira
Postado por Renata Palombo
Fonte: Arquivo Pessoal

Há algumas semana publicamos um texto da Sheronh: "A Maternagem por vários Ângulos" onde ela nos contou um pouco sobre sua história. Hoje ela nos presenteia novamente com mais um texto. Boa leitura!

 
"Uma gravidez indesejada, um namoro sem futuro, um homem desprezível e uma mulher que simplesmente queria cuidar o bebê que estava à espera. Um homem que não aceitou a gravidez e fez ameaças. Uma mulher que desesperada, não tinha apoio da família.

Assumir um filho sem querer continuar um relacionamento, hoje é mais comum do que há 20 anos, por exemplo. Infelizmente, muitos querem um relacionamento baseado em superficialismos, querem relacionamentos sem futuros e não tomam os devidos cuidados. E nesse descuido, pessoas sofrem. É comum hoje encontrarmos mães solteiras que se doam por completo, que procuram certa estabilidade financeira para proporcionar conforto aos filhos. Mas há alguns anos, uma mãe solteira, sem apoio da família, sequer conseguia um emprego. E partiam então, para a adoção.

Há aproximadamente 20 anos uma mulher que já tinha um filho, um menino lindo, mas que também não teve o prazer de poder criá-lo, educá-lo, estava novamente grávida. Seu primeiro filho, um lindo menino passou a receber amor e carinho de um casal de tios. Agora mais uma gravidez, de um homem que não queria assumir a mulher, tampouco a gravidez.

Em 1992 nascia então, uma menina. Sem apoio de alguém da família, a mãe mudou-se de estado em busca de trabalho e estabilizou-se em uma instituição. Trabalhava como auxiliar administrativa e ficou com sua filha por alguns meses naquele local. Viajava com a responsável pela instituição e era obrigada a deixar sua filha com as pessoas daquele local. E assim foi, por aproximadamente 8 meses. Até que a instituição, que era irregular, desestabilizou-se e mais uma vez, uma mãe com uma criança em seus braços, encontrava-se sem rumo certo.

Até o processo final de desconstrução da instituição, tiveram um tempo para decidirem o que fazer. A mãe e os colegas daquele local freqüentavam a igreja local, e lá conheciam muitas pessoas.

Nesse período, um casal que estava aproximadamente 10 anos casado, e com tentativas de ter filhos frustradas, e também com uma decepção, após terem conseguido a guarda de uma criança e meses depois a mãe da mesma voltou para buscá-la, continuava almejando uma criança, que pudesse alegrar seus dias, que preenchesse o vazio existente naquela casa. Foi então, que já conhecedores da situação da mãe e da filha que estavam sem ter aonde ir, foram procurados por um casal de amigos para adotarem aquela menina. Dúvidas, preocupações surgiram, mas a esperança era muito maior. Após algumas conversas, o casal decide adotar a menina, então com 10 meses de vida. O processo de adoção encerrou-se quando a menina já tinha três anos de vida.

Quando o processo foi encerrado a mãe biológica, já havia conhecido outro rapaz, estavam casados e nos primeiros cinco anos de casamento, já tinham dois lindos filhos. Aproximadamente neste mesmo período foi embora para outro estado. Sabe-se que foi um período de muitas dores, de sofrimento, de culpa, mas de superação.

Os pais que realizaram o sonho de ter um bebê adaptavam-se a nova vida, oferecendo sempre muito amor, muita segurança, conforto e dias felizes para a mais nova integrante da família, que criança com saúde e rodeada de carinho.

Os anos foram passando, e a distância não mais permitiu qualquer contato entre as famílias. Os pais adotivos decidiram contar sobre a adoção a filha, e aos poucos ela foi assimilando, entendendo e a curiosidade aumentando. Nunca sentiu raiva, nunca guardou rancores da mãe biológica, e ao contrário disso, passou a querer ter contato, ou ao menos conhecê-la de alguma forma. Amava sua mãe biológica, sim! Amava-a por entender que o fato de ter entregado-a a adoção foi o melhor que pôde acontecer. Sim, dúvidas existiam, principalmente após ouvir algumas declarações como: “você foi abandonada”, “sua mãe não quis você”, e outras. Mas o que prevalecia, era o amor, este enraizado dentro do coração daquela menina, já pré-adolescente, acredito que por Deus.  A partir dos 14/15 anos, começou então uma procura maior, agora tinha a disposição a internet, o tão antigo Orkut. Fazia a procura acompanhada da mãe de coração, que sempre a incentivou. Até que em um belo dia, ao abrir o Orkut, na caixa de recados, estava lá um recadinho que encheu os olhos de lágrimas, que causaram também um medo! Mas ao mesmo tempo, uma felicidade indescritível. Um dos sonhos se realizou e até hoje as duas mantém contato.

Bom, a menina que tanto falei nesse texto sou eu. Há cinco anos eu e a mãe biológica temos contato, e este é quase que diário, graças as redes sociais. Enfrentei sim um período difícil de assimilação e entendimento do que era. Foram várias as vezes que sentia um aperto no coração por não poder estar perto daquela que me gerou, mas sentia um conforto logo.

Lido com a adoção da melhor forma possível, sei o quanto fui e sou amada por meus pais. Acredito piamente que tudo que acontece conosco tem um propósito Divino. De tudo tira-se um aprendizado, uma experiência. E é assim que encaro todo esse processo. Grata por tudo. Grata pelos amigos que nos momentos difíceis estiveram comigo, grata pela vida e por todos meus familiares!

Através das redes sociais, tive o privilégio de conhecer uma pessoa especial demais! Que esteve comigo em TODOS os momentos dos últimos meses. É amiga para todos os momentos, e tornou-se minha mãe virtual, falo de Ana Cristina! Amo você!

Obrigada pelo maravilhoso convite, amiga Renata! Sinto-me feliz e privilegiada por fazer parte de seu blog. Um super abraço a todas que me leram até agora!
Fiquem com Deus!!"
 
Sheronh, sua experiência prova que não importa o que vivemos, mas sim o significado que damos àquilo... Muitas pessoas ao viverem histórias semelhantes se revoltam... outras ao ouvirem histórias semelhantes sentem dó da criança ou raiva da genitora... você (sabiamente) escolheu ser feliz e acreditar que nada na vida é por acaso. Todos nós temos altos e baixos em nossas vidas, temos "buracos" em nossa construção da maternagem e filiação... quão bom seria se todos nós escolhêssemos ser felizes e gratos a Deus pelo que temos e não revoltados pelo que nos falta. Obrigada por compartilhar!
 

* Sheronh Keily Pereira, tem 20 anos, mãe de um anjinho (Nícolas) que aos três meses de vida, deixou essa terra para habitar nas alturas junto com nosso Pai. Divorciada, foi casada durante 3 anos e a separação se deu no período que o filho estava hospitalizado. Atualmente trabalha na prefeitura de seu município, onde está envolvida nas causas sociais do município. É apaixonada por leitura e pela vida.Cristã, vive com fé, é ela que a fortalece sempre.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Os "30 anos"

Escrito e Postado por Renata Palombo

Fonte: Google Imagens
 
 
Sabe o que eu descobri? Que os "30 anos" é uma idade decisiva, onde tudo se resolve ou não se resolve.
 
Por algum motivo, que eu não sei explicar, todas as vezes que eu me angustio com algo que meus filhos não sabem fazer eu me pergunto: "será que quando tiver 30 anos ele(a) conseguirá fazer isso?". Quando é algo que insiste em fazer errado, faço a mesma pergunta mental: "Será que vai continuar fazendo isso errado até os 30 anos?"
 
"Será que quando tiver 30 anos vai conseguir dormir sozinho todas as noites?"
 
"Será que vai ter 30 anos e ainda vai derrubar comida no chão na hora das refeições?"
 
"Até quando tiver 30 anos vai continuar lavando só a barriga na hora do banho?"
 
"Será que vai precisar de ajuda na lição de casa até 30 anos?"
 
A gente repete as ordens, ensina de novo e parece que "não aprendem"... as vezes não bate aquela sensação de que nunca aprenderão? Em mim bate esta sensação sempre, embora eu saiba que sim... vão aprender sim!
 
Um dia um colega de trabalho me contava sobre as dificuldades que teve no treino sanitários de sua filhinha e me confessou: "Eu juro que pensei que ela fosse fazer 30 anos e ainda estaria usando fraldas".
 
UFA!!!
 
Foi um alívio ouvir isto. Descobri que a benção ou maldição dos 30 anos não era coisa só da minha cabeça...
 
Aí, estes dias fomos ao dentista. A dentista orientou que Diego passasse fio dental nos dentes sozinho e que eu apenas monitorasse vez ou outra e reforçou a orientação com a seguinte frase: "É melhor você deixar ele passar o fio sozinho porque senão ele vai ter 30 anos e ainda não vai ter aprendido a passar o fio dental".
 
Opa! Mais uma para o time dos 30 anos...
 
Eu não faço ideia de quem definiu os 30 anos como idade marco, mas se você ainda não tem essa idade aproveita que ainda da tempo de aprender muitas coisas! Ou não... 

segunda-feira, 18 de março de 2013

Pais a imagem e semelhança de Deus

Escrito por Juliana Palombo                                                                                                                Postado por Renata Palombo 
Fonte: http://www.advir.com
 
 Hoje temos um texto espiritual escrito por nossa colaboradora Juliana Palombo:
"Meditando sobre a criação do mundo e dos homens, me veio à mente uma reflexão sobre o papel de pai e mãe.  Esses papéis estão atrelados a parir? Ou a gerar?
Deus em sua sabedoria responde essa pergunta claramente através de seu exemplo.
Deus (para quem nEle crê como criador) não pariu filho algum. Ele simplesmente gerou. Gerou dando parte do seu tempo para planejar seu filho. Pensou no tipo de educação que queria dar a eles.  Preparou-se. Mesmo com a agenda cheia, teve fôlego de sobra para assoprar-lhes a vida, e depois de feito tudo isso, viu que era bom, sentiu amor e deu-lhes o título: Filhos. E a Deus, que título se deu? Todo esse empenho, zelo e amor, só podia ser: Pai.
Engraçado, que se pai e mãe fossem só os que parissem, Ele poderia nas gerações depois de Adão e Eva se dar o título de Avô. Mas avô tem outras funções. As que ele exerce geração após geração e nos deixou de exemplo é de PAI.
Concedeu a mulher que parisse através da contribuição do homem, por uma questão prática e dotada de conceitos que podemos abordar depois, para dar sequência a espécie. Todavia não atribuiu o papel de pais e filhos resumidos a esse ato, e sim o citado acima, ou seja, seu modelo comportamental de paternagem/maternagem.
Modelo que quando seguido forma a família. Genitor e Genitora só se tornam pais e mães quando pré-dispostos a amar, educar, ensinar, doar-se. Se esses princípios não fizerem parte da relação, esse homem e essa mulher são apenas genitores e somente aquele ou aquela que receber em seus braços o novo ser e lhes der o necessário para crescer em sabedoria e graça, esses sim poderiam ser pais e mães. Porque Mãe e Pai é diferente de Genitora e Genitor.
Então eu pergunto:
- Quando foi, que parte da história desse mundo as pessoas se esqueceram desse princípio cristão para questionar o papel de pais e mães?
Não consigo precisar, mas com certeza há muito tempo. Porque deturpar um princípio bíblico é consequência do pecado, e esse já está instalado em nossas vidas há muito tempo.
Por isso, para quem ainda não sabe, a adoção não é um consolo, é uma oportunidade. Filho só é filho se assumido por um pai ou uma mãe.  Diferente disso, ele é apenas um ser parido.
Parir pode ser maternidade/paternidade.  É pôr no mundo um ser e escolher se quer ser para ele pais ou não.
Gerar é maternagem/paternagem. É o processo da escolha, da espera, do planejamento, da doação, da abdicação, de cuidar, zelar e tudo isso pode ser aplicado independente do ato de parir.
A Deus, a minha gratidão, por tanta sabedoria ao criar o ser humano de uma forma tão genuína, porém de nomear uma família pelos afetos que os unem. Obrigada por que mais que parir, nos deu o ato de gerar. Nem todos podem ou querem parir, mas todos podem querer gerar, inclusive os que pariram ou vão parir.
Parabéns se você escolheu gerar, afinal assumir as responsabilidades desse ato é que nos fizeram e farão de muitos PAIS E MÃES."

sexta-feira, 15 de março de 2013

Descobrindo a Maternagem na inauguração do circuito Barbie Studios e Max Steel - O Herói Está em Você

Escrito e Publicado por Renata Palombo
 
 
 Essa semana recebemos um convite muito legal da Mattel! O blog Descobrindo a Maternagem foi convidado para participar do Coquetel de lançamento do Evento Itinerante Barbie e Max Steel que aconteceu ontem (14/03/2013) no Shopping Market Place em São Paulo.
 
Claro que uma "pessoinha" aqui de casa adorou a ideia e ficou contando os minutos para o evento...
 
O circuito do Max Steel começa onde os garotos recebem um carimbo e um colete de agente secreto, depois passam pelo laboratório N-Tek e na Estação Digital, os garotos testam suas habilidades com jogos de tecnologia no computador do Max Steel. A Estação Aventura disponibiliza ainda uma brinquedoteca com diversos bonecos e acessórios.
 
Teve alguém aqui de casa que se divertiu muito por lá:
 
Fotos do circuito Max Steel - O Herói está em você
 
O pai também quis ser um agente secreto...
 
Pai e Filho Agentes Secretos
 
Como minha filha já tem 18 anos e, óbvio, se interessou muito pouco em nos acompanhar até o evento, tive que me aventurar sozinha pelos Estúdios da Barbie e intensificar a campanha "marido precisamos de uma menininha"...
 
 
Fotos  no Circuito Barbie Studios
 
Mas como tenho um filho muito parceiro, ele topou me produzir e depois tirar uma foto comigo nos estúdios da Barbie...
 
Meu filhote sendo solidário a mim
 
Tudo muito encantador, com luzes, tapete rosa e limusine da Barbie, o clima cinematográfico toma conta do espaço. As meninas podem entrar no camarim da boneca e criar um look especial e depois são a estrela de uma gravação do Reality da Barbie.
 
E de quebra ainda vimos alguns famosos que também foram convidados para o coquetel de lançamento...
 
Patrícia de Sabrit e o filho Max
 
Jacqueline Dalabona  e a filha Natália
 
Rodrigo Silva, filho do Apresentador Fausto Silva (É! Tá certo! O molequinho não é famoso... mas o pai dele é... isso q importa... rsrsrsrsrs)
 
Lá o púbico pode conferir também uma exposição inédita de Barbie Celebridades que apresenta 100 exemplares da boneca inspiradas nas estrelas do cinema e personalidades da música. 
 
O evento é uma boa sugestão de roteiro infantil para quem mora em São Paulo.
 
O evento abriu para o público hoje (dia 15/03/2013) e estará no Piso Térreo - Praça de Eventos do Shopping Market Place até dia 31 de Março com Entrada Gratuita.
 
 
Mais Informações:
Barbie Stu
dios e Max Steel – O Herói Está em Você
Local:
Shopping Market Place (Piso Térreo – Praça de Eventos)
Data: de 15 a 31 de março
Horários: segunda a sexta: 14h às 20h; sábados: 11h às 20h; domingos: 14h às 20h

Endereço: Av. Dr. Chucri Zaidan, 902
Entrada: gratuita
Informações: Tel: (11) 3048-7000 -
www.marketplace.com.br
 



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